Propostas para criação da Liga Brasileira de Futebol e modernização do calendário brasileiro Meu nome é Felipe Ferreira, faço MBA em Gestão Empresarial na Fundação Getúlio Vargas. Sempre fui muito interessado na área gerencial e organizacional do futebol e resolvi escrever esse conteúdo, com diversas propostas para o desenvolvimento e modernização do futebol nacional. O esporte que é paixão nacional, possuidor de um dos campeonatos mais disputados, sendo o único com grande quantidade de clubes com vasta história, riqueza de títulos e representatividade de torcedores, necessita um calendário mais racional, proporcionando a todos que o compõem (público-torcedor, profissionais, clubes, emissoras, dentre outros), benefícios até então pouco explorados. A intenção desse conjunto de propostas é: Criação da Liga Brasileira de Futebol ou Brazilian League (formato internacional); Profissionalização total e completa do futebol nacional, com a recuperação financeira das instituições e alteração da legislação atual, com a união dos clubes, governo federal, ministério público e sindicatos. Proporcionar aos clubes e aos atletas, um calendário mais racional, com tempo determinado de férias, pré temporada, partidas amistosas e, além disso, diminuição do número de partidas ao longo do ano, aumento do período de recuperação entre os jogos, favorecendo a preparação e integridade dos atletas, valorizando o espetáculo e, conseqüentemente, as fontes de receita dos clubes; Privilegiar o público, em especial a família, com tratamento e serviços adequados, incentivando-os a comparecer e prestigiar o esporte; Difundir o esporte e as marcas dos clubes por todo o país, nos diversos veículos de comunicação e em todo mundo; Oferecer a real oportunidade dos chamados “clubes pequenos” participarem do cenário nacional, reinvestindo nas categorias de base, ao contrário da atualidade, em que estão fragilizados economicamente, disputando torneios estaduais com times alugados, cujo nível técnico baixo, não oferece nenhuma resistência aos “clubes grandes”.
Escrito por Felipe Ferreira às 15h36
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Criação da Liga Brasileira de Futebol Seguindo o modelo europeu, sugere-se a criação de uma liga nacional, independente e profissional, cujo nome estaria vinculado a uma importante marca. O nome indicado para a liga seria, Liga Brasileira de Futebol ou Brazilian League, Liga BR ou BR League, com a Petrobras sendo a empresa patrocinadora, obviamente, pagando pelo espaço. A CBF ficaria responsável pela seleção; A liga teria sua diretoria formada por profissionais, isentos, responsáveis pelo gerenciamento da mesma, cuidando dos interesses dos clubes, mantendo a comunicação, a unidade e a ética entre eles. Esses profissionais não deverão ter qualquer relação com os clubes, logo, não poderão ser sócios, conselheiros ou já ter ocupado qualquer função. A liga tentaria a união não só dos clubes, mas a participação do governo federal, ministério público e sindicatos nacionais (atletas e árbitros), visando seu fortalecimento; Visando o total profissionalismo dos clubes, a liga assumiria a responsabilidade da recuperação financeira das agremiações, com metas e prazos para saldamento das dívidas, comprovados por auditoria, podendo, inclusive, fazer parceria com a FGV. Os clubes que não respeitarem o plano de recuperação financeira, apresentando déficits nos anos posteriores a criação da liga, sofrerão punições severas, desde perda de pontos até rebaixamento; Sugere-se que a liga seja formada pelos clubes das séries A, B, C, D, além dos principais clubes, das principais capitais do país, funcionando como um sistema parlamentar; Indicar-se-ia o profissionalismo da arbitragem e gandulas; A alteração da atual legislação seria discutida em conjunto (liga, governo federal e sindicato nacional dos atletas profissionais); A liga se preocuparia não só com as discussões dos direitos televisivos, mas o desenvolvimento dos clubes em todas as regiões do país (liga de desenvolvimento, com o auxílio dos principais clubes nacionais, fornecendo profissionais, gestores, comissão técnica e jogadores), principalmente, nos locais em que serão construídos os estádios da Copa do Mundo de 2014, ações sociais e a unidade, ética, profissionalismo e crescimento dos clubes da elite do futebol nacional; A liga apoiaria a qualificação dos profissionais dos clubes afiliados e criaria um banco de dados, em que seriam cadastrados todos os profissionais (área diretiva, comissão técnica, jogadores e arbitragem), visando o alto nível do grupo e a troca de informações, experiências e profissionais. A liga teria seu sistema de televisionamento próprio, com os clubes participando, diretamente, das transmissões, acordos comerciais (seria obrigatório a divulgação dos patrocinadores dos clubes, bem como das marcas detentoras dos naming rights dos estádios ou arenas) e decisões sobre horários das partidas, como ocorre na Fórmula 1, NBA. Os direitos televisivos seriam abertos para todas as emissoras que tivessem intenção de transmiti-lo. Os valores seriam estipulados com o valor mínimo de investimento para cada emissora, sendo ela aberta ou fechada. Exemplo: Globo, SBT, Band, Record e RedeTV, de canal aberto e SPORTV e ESPN, do canal fechado, poderiam transmitir o campeonato. Com isso, o valor arrecadado seria maior que o atual e haveria maior exposição da marca dos clubes e patrocinadores, causando evento em cadeia, aumentando conseqüentemente, valores de patrocínios, propaganda de estádios, dentre outros fatores. Não se disponibilizariam transmissões das partidas para as praças em que as partidas seriam disputadas e o sistema Pay per view e internet teriam sistemas de transmissões e cobranças alterados, inclusive com maior participação dos clubes, com a criação de canais próprios. Esse procedimento tem a intenção de aumentar o público nos estádios. Para evitar o que ocorre atualmente com as emissoras transmitindo o mesmo jogo ou regionalizando partidas, a transmissão de cada emissora seria decidida em sorteio, logo na formação da tabela ou então, como o Sr. Odir Cunha sugeriu em seu blog, as empresas de telecomunicações comprariam a prioridade e não a exclusividade, de acordo com os valores. Quem pagasse mais, teria o direito de escolher as partidas, porém, sem proibir as demais de transmitir outros jogos. (Obs: O que ocorre hoje é um absurdo em que transmitem muitos jogos de poucos clubes e através da regionalização de transmissão, partidas importantes, como por exemplo, a final da Libertadores, é substituída por partidas sem qualquer importância. Imagine se isso ocorresse antigamente. Será que haveriam tantos torcedores do Flamengo no Nordeste ou Brasília?). Para proteger as emissoras, poderia haver negociações de trocas de partidas entre elas, poderia haver regionalização de transmissões, desde que cada emissora transmita uma partida diferente de cada clube. Não seria possível passar jogos do fim de semana para o meio de semana e no final do campeonato, as emissoras poderiam transmitir as partidas mais importantes. Os percentuais de distribuição das quotas para os clubes não seriam somente definidas por quantidades de partidas transmitidas e IBOPE, mas também divisão pela posição alcançada no campeonato anterior, além da maior parte ser dividida em partes iguais, entre os clubes. Não pode ocorrer de times que, inclusive caíram de divisão, ganharem mais que alguns que disputam a Libertadores. Outra possibilidade seria a divisão, igualitária, das quotas. A liga iria tentar acordos com empresas aéreas e agência turística, fazendo com que os clubes não tivessem qualquer despesa com transporte aéreo, hospedagem e translados; A liga sugeriria aos clubes da série A, a criação de um regulamento que padronize as condições dos estádios e arenas, no que se refere a segurança, comodidade com poltronas numeradas, higiene dos ambientes, acesso, espaço destinado a imprensa, condição do gramado (seja natural ou artificial), vestiários, dentre outros aspectos, tendo como base a Premier League, sendo mais uma ação para atrair o público, principalmente, a família (Obs.: O futebol brasileiro possui características, como esporte, muito semelhante ao futebol americano. Ambos possuem grande audiência, é a paixão nacional, tem torcedores fanáticos, porém, a organização é o que diferencia o esporte americano, tornando-o líder mundial de audiência, com muitas franquias presentes no ranking esportivo das marcas mais importantes e ricas do esporte, com arenas lotadas, dentre outros componentes. Se o Brasil encontrar uma maneira de cativar a família a freqüentar os estádios, o retorno será muito superior ao conseguido atualmente. A família é o futuro do esporte, ela se torna fiel, compra produtos com maior valor agregado, se tornam sócias, aumentam a quantidade de torcedores com seus filhos, sobrinhos, netos, deixando recursos ao clube). A liga, em parceria com o governo federal, se preocuparia com os aspectos sociais, promovendo diversas ações similares a que os esportes americanos praticam; A liga, em parceria com o ministério público reformularia a legislação e punição aos torcedores que infringirem o código de conduta, não só nos estádios, mas nos arredores e locais de deslocamento do público ao estádio; A liga tornaria a aquisição de ingressos mais acessíveis, com valores em condições favoráveis para a participação da família e disponibilização de maneira convencional, nos estádios, pela internet, pelas agências bancárias, lotéricas e correios, por intermédio de parcerias, facilitando a comodidade e facilidades aos torcedores. Em parceria com os governos federal e estadual, criar-se-ia o bilhete único do torcedor, em que, na aquisição do ingresso, haveria a possibilidade de incluir a passagem de ônibus e/ou metrô por um valor promocional.
Escrito por Felipe Ferreira às 15h35
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Proposta para o calendário do futebol nacional: Terminar os campeonatos estaduais no formato atual; Campeonato nacional começando em fevereiro e terminando em novembro, com jogos somente no fim de semana, no período da tarde, as 16 ou 17 horas. O atual Campeonato Brasileiro possui 20 clubes, logo, seriam necessárias 38 datas. Se verificarmos o ano base 2010, de fevereiro a novembro tem 43 finais de semana. O mês de janeiro seria destinado a pré temporada e jogos amistosos internacionais e o mês de dezembro seria férias, ao menos que algum clube brasileiro dispute o Mundial FIFA. Assim como é feito na Alemanha, devido ao forte inverno, o campeonato brasileiro poderia ter uma pausa de, no mínimo 2 e, no máximo, 4 semanas, no mês de julho ou agosto, para disputa de partidas amistosas no exterior, já que todos os clubes europeus estão retomando suas atividades nesse período. A programação sofreria pequenas alterações, devido aos amistosos internacionais entre seleções, data FIFA. No meio da semana, durante todo o ano, seria disputado a Libertadores ou a sugerida ACL (America Champions League), com a união da CONMEBOL e CONCACAF, em que participariam clubes campeões das Américas do Sul, Central e do Norte, com grande potencial de patrocínio, marcas televisivas, público, consumidores, audiência, marcas clubísticas, jogadores com importância no cenário mundial, podendo se tornar um evento semelhante ao UCL e a Sulamericana ou Copa América (clubes das 3 Américas), envolvendo clubes de bom desempenho nos campeonatos. Ao longo do ano, também no meio de semana, seria disputada a Copa do Brasil, no mesmo formato da Copa da Inglaterra, em que diversos clubes, de diversas divisões do país, disputam o torneio no formato mata-mata, com os clubes da primeira divisão entrando nas fases avançadas do torneio. Todas as equipes que se inscreverem no torneio devem estar filiadas as suas federações e terem garantias financeiras para disputa. Como há uma pequena folga na tabela, as semi-finais e finais do torneio poderiam ser disputadas no fim de semana, próximo do fim do ano, assim como é feito na Inglaterra. O campeão da Copa do Brasil se classificaria para a copa Sulamericana ou a sugerida Copa América e não mais para a Libertadores ou a sugerida ACL. Vale destacar que a copa Sulamerica, a partir da edição 2010, destinará uma vaga, ao campeão, para a Taça Libertadores. Com isso, os quatro ou cinco primeiros colocados do campeonato brasileiro se classificariam para a Libertadores. Do quinto ou sexto ao sétimo ou oitavo colocado iria para a Sulamericana, junto ao campeão da Copa do Brasil (Obs: Há essa variação entre o número de vagas destinadas para os torneios continentais, devido ao impasse entre CONMEBOL e CBF) Os campeonatos estaduais tornar-se-iam classificatórios para a série D ou E do campeonato brasileiro. As equipes que não estiverem atuando nas séries A, B e C, participariam, no primeiro semestre, de fevereiro a julho, da fase preliminar e classificatória, sendo esta disputada somente nos limites do estado de origem. Considerando o ano base de 2010, de fevereiro a julho, contando somente finais de semana, haverá 25 datas. Atuando somente nos finais de semana, implicaria em menos gastos com translado, hospedagens, etc. Exemplificando: O Estadual de São Paulo tem 4 divisões, séries A-1, A-2, A-3 e B. Os clubes que, atualmente, estão na série A-1 e que não disputam o campeonato brasileiro, se uniriam aos clubes da série A-2. As demais séries permaneceriam no mesmo formato, formando os grupos A {clubes remanescentes da série A e clubes da A-2}, B {antiga série A-3} e C {antiga série B}. Cada equipe disputaria dentro do seu grupo, em turno único, em que o campeão do grupo A se classificaria para o campeonato Brasileiro série D ou E, enquanto os demais grupos serviriam como divisões de acesso, como realizado atualmente. Nos demais estados da federação ocorreria o mesmo formato. No mês de agosto, haveriam 27 clubes (de cada estado brasileiro) que disputariam o campeonato nacional, em suas respectivas regiões: Região Norte com clubes de Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá e Tocantins; Região Nordeste com clubes de Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia; Região Centro Oeste com clubes de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal; Sudeste com clubes de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo e Região Sul com clubes de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No final da competição, restariam 5 clubes (de cada região do país) que subiriam de divisão nacional. Esses clubes poderiam disputar um campeonato final, talvez numa cidade sede, pois assim, economizariam verbas. Um campeonato realizado dessa maneira faria com que os clubes tivessem mais tempo de atividade, ao contrário dos campeonatos estaduais atuais em que tem duração inferior a seis meses. E uma competição como a sugerida acima, daria a condição dos clubes “pequenos” terem projeção nacional, além de distribuir vagas a todas as regiões do país. As federações receberiam uma verba por cada clube inserido dentre as séries nacionais de disputa, com o intuito de incentivar a participação, diversificação, trabalho, competitividade e divulgação do esporte dentre os filiados. Os clubes que disputarem os estaduais e não conseguirem vagas para as divisões de acesso do brasileiro, participariam de uma copa estadual, no segundo semestre, cuja premiação seria a classificação para ser um dos representantes do estado na copa do Brasil, no ano seguinte. Um calendário mais racional, daria condições de tanto os clubes estruturados quanto os clubes pequenos cumprirem seus planejamentos e compromissos nacional e internacionalmente, enquanto os atletas poderão se preparar melhor durante a temporada, preservando suas integridades físicas, podendo proporcionar um futebol de melhor qualidade, atendendo as expectativas do público-torcedor. Felipe Ferreira
Escrito por Felipe Ferreira às 15h34
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Propostas para o desenvolvimento, modernização e controle financeiro do futebol mundial:
Meu nome é Felipe Ferreira, faço MBA em Gestão Empresarial na Fundação Getúlio Vargas. Sempre fui muito interessado na área gerencial e organizacional do futebol e resolvi escrever esse conteúdo, com diversas propostas para o desenvolvimento e modernização do futebol internacional, vislumbrando um esporte equilibrado financeiramente, equiparado mundialmente e melhor gerenciado e fiscalizado. Um esporte de reputação mundial, altamente difundido e popular, não pode ficar restrito ao conservadorismo e regras rígidas, enquanto os demais esportes estão se unindo a modernidade para diminuir as falhas que acabam prejudicando o desempenho ou resultado final das partidas e melhorar as condições de trabalho de todos que participam do evento futebol (público, árbitro, treinadores e atletas, clubes). Os objetivos desse conteúdo são: Melhorar as condições da arbitragem, tentando auxiliá-los nas resoluções dos problemas, possibilitando que os erros, muitas vezes comprometidos pelas limitações humanas, sejam minimizados e os resultados finais das partidas não sejam prejudicados; Diminuir a aleatoriedade e a interpretação das regras de arbitragem, com a implantação de novos procedimentos para controle e punição de certos atos; Privilegiar a integridade física dos atletas e, por consequência, da qualidade do espetáculo; Implantar algumas inovações tecnológicas, com a intenção de facilitar o controle de algumas situações pelo árbitro, a troca de informação entre treinador e atleta, exposição das marcas que financiam o futebol e uma maior interação com o público; Criar um novo sistema de negociações e contratos, padronizando-o, mundialmente, criando regulamentações rígidas e controle financeiro, de orçamentos e dívidas dos clubes, baseado no bem sucedido, sistema americano de esportes.
Escrito por Felipe Ferreira às 15h27
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O jogo: Arbitragem- Profissionalização da arbitragem Posicionamento- 2 árbitros principais (um em cada metade do campo de jogo); 4 auxiliares (dois em cada lado do campo) e 4 auxiliares (dois atrás de cada gol). Esse sistema já está sendo, parcialmente, testado nas competições da UEFA e no Brasil, porém, a proposta sugere algo além, baseado no futebol americano, cuja dimensão do campo de jogo e a movimentação dos atletas é semelhante ao futebol. Com essa medida, procura-se diminuir as falhas humanas, mesmo com o conhecimento de que continuarão a existir, porém, haverá a possibilidade de ter mais controle sobre o que ocorre nas partidas e preservará o estado físico dos árbitros. Punições- Suspensão por cartão amarelo- 3 em campeonatos e 2 em copas; Suspensão por cartão vermelho- 1 cartão, 1 partida de suspensão. A partir do segundo cartão, a suspensão é acumulativa, exemplo: 2 cartões vermelhos, 2 jogos de suspensão; 3 cartões vermelhos, 3 jogos de suspensão. Banco de reserva com capacidade para 11 atletas, com possibilidade de substituições contínuas e sem restições, com o substituído podendo retornar a partida, porém, somente com a bola parada e com autorização do árbitro mesário (não é necessário a espera da substituição pelo árbitro principal). Essa sugestão usa o mesmo preceito do futebol americano, em que há trocas de atletas, de acordo com a necessidade do time (ataque ou defesa). Fora isso, esportes com espaço físico de dimensões reduzidas, permitem a substituição contínua e sem restrições dos atletas das equipes. O futebol, esporte que requer, cada vez mais do aspecto físico, disputado em todas as situações, inclusive extremas como altitude, temperatura alta e baixa, tem que se adequar e preservar a integridade dos atletas e, consequentemente, a melhora do espetáculo. Inovações: Implantação internacional do spray- Utilizado no Brasil, tendo seu sucesso comprovado, havendo respeito da distância mínima requerida, na formação da barreira. Bola com chip para identificação de gol- Há necessidade da implantação dessa tecnologia, pois há lances que sequer a imagem consegue identificar se a bola passou totalmente a linha ou não. Colocação de uma marca, na pequena área, indicando o limite que o goleiro pode se deslocar nas cobranças de penalti. Se quase todos os goleiros avançam nas cobranças das penalidades e o retorno da cobrança tem sido aleatório, com alguns árbitros cumprindo a regra e outros não, então que se imponha um limite para avanço do goleiro, servindo como base para padronização da arbitragem. Essa linha limite deve ser posicionada de modo que não prejudique o batedor da penalidade e que seja suficiente para um ligeiro e natural avanço do goleiro. Estipular tempo máximo para reposição de bola no lateral, escantei e tiro de meta. Se o tempo for ultrapassado, reversão (no caso do lateral) ou punição com cartão (no caso do tiro de meta e escanteio). Essa proposta tem como primeira intenção, acabar ou diminuir o tempo de bola parada das partidas e padronizar o sistema de punição, coibindo esse procedimento, sendo que hoje é feito de maneira aleatória. O controle do tempo da reposição poderá ser feito por um árbitro mesário, através de um cronômetro visível a todos, semelhante ao basquete ou pelos auxiliares, atrás do gol. Implantação do cronômetro eletrônico, controlado pela arbitragem da mesa (mesário). Sua utilização consiste na paralisação do tempo, enquanto a bola estiver parada e ativação no momento que o jogo esteja sendo disputado. Com isso, não haverá tempo complementar, fornecido pela arbitragem, o que, normalmente, é feito de maneira aleatória, sem controle real do tempo perdido com a bola parada. Permissão do uso de ponto eletrônico para troca de informações entre o treinador e os atletas- Se não for liberado para todos atletas, ao menos, permitir o uso pelo capitão da equipe. O futebol americano, esporte de extremo contato físico, já possui comunicação entre treinadores e atletas, através do ponto eletrônico. Padronizar as bolas das diversas empresas de material esportivo, possibilitando que cada clube use sua própria bola e explore sua marca e seus patrocínios nas partidas realizadas sob seu mando. Profissionalização dos gandulas pelas Federações e Confederações. Permissão para colocar no gramado, símbolos do clube e nome da empresa que participou do financiamento da construção da arena, assim como é feito nas arenas americanas. Nada mais justo que divulgar a marca do clube e das empresas que auxiliam o esporte. O futebol, mais uma vez, está indo contra a tendência mundial, em que diversas empresas de telecomunicação e a própria FIFA, impedem a divulgação das marcas que patrocinam ou financiam o esporte. Permissão para utilização de efeitos sonoros pelo estádio ou arena, aumentando a interação com o público. Em caso de incitação a violência, de qualquer forma, punição severa. Esse ítem serve apenas para ser mais um canal de entretenimento, diversão para o público, assim como é feito nos esportes americanos.
Escrito por Felipe Ferreira às 15h27
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Negociações: Formação de uma moeda única da FIFA (nome sugerido, FIFAR), cujo valor monetário seria inferior a 1 EURO (0,72 euros ou 1 dólar, na cotação do dia 13/10/10), em que todas as negociações deverão ser realizadas nesse modelo e servirá de base para estabelecer teto orçamentário para clubes e jogadores de todo o mundo. A partir da FIFA, seria feito um acordo coletivo, junto a Associação de atletas, estabelecendo diretrizes financeiras dos clubes, salários-base e porcentagem de aumento. Plano financeiro dos clubes- Divulgação das receitas e custos dos clubes no ano e plano de recuperação financeira, com metas e prazos para saldamento das dívidas, comprovados, anualmente, por auditoria e divulgado pelo site da FIFA. Teto orçamentário dos clubes- Há variação, devido a situação econômica mundial e resultado financeiro dos clubes. O teto orçamentário seria padronizado para todos os clubes, com a possibilidade dos que participarem de torneios continentais, utilizarem uma porcentagem superior do orçamento para aquisição de atletas, a luxury tax. Participação de empresários e fundos de investimentos- Não deverá ultrapassar 30% dos direitos econômicos. Todo clube deverá ter no seu elenco profissional, no mínimo 34 atletas, sendo que 12 serão provenientes da categoria de base (sendo 2 goleiros e um jovem para cada posição), 12 oriundos do país de origem do clube, 6 comunitários e 4 extra-comunitários. Em campo, cada time deverá ter, no mínimo, 6 atletas com a mesma nacionalidade do clube, até 3 atletas comunitários e até 2 atletas extra-comunitários, inclusive em competições continentais e intercontinentais. No banco de reservas, poderá incluir os demais atletas comunitários e extra-comunitários, porém, só poderão substituir os respectivos semelhantes (Obs- O que tem ocorrido, principalmente na Europa, nesse aspecto de contratação e escalação de atletas que não pertencem ao país de origem do clube, é um absurdo. Clubes como Inter de Milão e Arsenal atuando, sem ao menos, um atleta originário da Itália e Inglaterra demonstram a total despreocupação dessas equipes com a formação dos atletas e o futuro do país. A Alemanha no passado sofreu e a Itália está sofrendo com a falta de renovação de suas seleções. Se algo não for feito para coibir esse procedimento, tão utilizado atualmente, o futebol de certos países sofrerá uma forte queda de rendimento e qualidade, perdendo suas características. Proposta de acabar ou diminuir os amistosos internacionais, entre países. Assim, em contrapartida, os clubes seriam obrigados a liberarem os atletas com antecedência para as competições como: copas continentais, eliminatórias, copa do Mundo, pré olímpico e Olimpíadas. A copas continentais destinariam aos campeões, uma vaga para o Mundial. Modificar o formato do campeonato mundial de clubes da FIFA. Ao invés de ter esse evento anualmente, ele seria disputado a cada 4 anos e substituiria a copa das Confederações (sugestão de extinguí-la), como evento teste para a copa do Mundo de nações. Assim, disputariam o torneio, os campeões continentais dos últimos 4 anos, dando maior competitividade ao evento. Salários dos atletas- Haverá um ranking de atletas, cuja avaliação técnica será feita pelos treinadores de seleções, especialistas do esporte (dentre eles ex jogadores e jornalistas) e participações pela seleção profissional. Os limites desse ranking será 0 estrela (para jogadores formados na categoria de base) e 5 estrelas (padrão internacional). Esse critério serviria como base para estipular o teto salarial dos atletas. Jogadores da base- Proteção total ao clube formador, com a impossibilidade de qualquer contratação internacional de atletas menores de 21 anos (Obs- Sabemos que há diversos modos para reverter essa sugestão, mas com o parecer da FIFA, sendo contrária e agindo com seriedade a esse processo que tem ocorrido com enorme frequência, prejudicando não só os clubes com menor poderio financeiro, mas atingindo também clubes poderosos, economicamente, talvez possa começar a ter inibição desse ato que provoca sérios problemas ao futebol mundial).
Escrito por Felipe Ferreira às 15h26
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Contratos: Salários base: 0 estrela- Jogadores da base- até 500 mil FIFAR/ano ou 360mil euros/ano ou 835 mil reais/ano. 5 estrelas- Padrão internacional- até 10 milhões FIFAR/ano ou 7,2 milhões de euros/ano ou 16,7 milhões de reais/ano (Obs.: O Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, foi o atleta com maior salário do futebol mundial, na última temporada, recebendo 13 milhões de euros). (Obs- Esse critério e os valores podem, obviamente, serem modificados, porém, seguem um sistema bem sucedido de padronização de salários e teto orçamentário, o americano, em que controla os orçamentos e tenta manter um nível de competitividade e equilíbrio das equipes e faz com que cada atleta receba por seu real valor de mercado e capacidade técnica, ao contrário do que existe no futebol, em que, atualmente, os clubes estão endividados, gastando altas quantias em contratações e salários de atletas que não possuem desempenho equiparado ao que recebem. Foi sugerido os valores para as duas extremidades do ranking, com os demais valores pertinentes as outras escalas, sendo discutido entre a FIFA e a Associação de atletas). Treinadores- Também teriam seus salários estabelecidos dentro do teto salarial, ajustado de acordo com a associação de treinadores, utilizando os mesmos preceitos dos atletas. Os salários poderão ultrapassar as bases salariais, caso ocorram acordos comerciais com empresas, desde que tenha divisão dos valores entre clubes e profissionais. Jogadores da base- Primeiro contrato a ser firmado aos 18 anos, com salário estipulado pelo teto salarial e terá validade de 3 anos. Ao final do contrato, o atleta se tornará agente livre restrito, com o clube podendo cobrir ou equiparar ofertas de outros clubes. Durante o primeiro contrato, o clube e o atleta poderão assinar uma extensão de contrato com duração de 5 anos. Após o término do segundo contrato, caso ele seja firmado, o atleta se tornará agente livre irrestrito, ficando desvinculado e podendo acertar com qualquer clube. Demais atletas- Contrato de até 5 anos com a opção no meio do contrato de uma extensão. Após o contrato, o atleta se torna agente livre irrestrito, ficando desvinculado e podendo acertar com qualquer clube. Jogadores veteranos- Jogadores com idade avançada poderão fechar contratos com as equipes pelo valor correspondente a 0 estrela (mínimo). Se enquadram nesse perfil, jogadores que se retiraram e desejam voltar a atuar, jogadores em final de carreira, sem possuir oportunidades, jogadores com idade avançada. Particularidades contratuais- Se um clube estiver acima do teto salarial e ter atletas com mais de 3 anos de atuação pelo mesmo, poderá assinar um novo vínculo, desde que não ultrapasse a luxury tax. Se um jogador está fora da temporada, devido a lesão ou morte, o time ganha uma exceção no orçamento para contratar um jogador reposição, com as mesmas bases salariais. Mesmo arcando com todas as responsabilidades trabalhistas, o salário do atleta lesionado não será considerado no orçamento do clube da temporada, porém, ao retornar as atividades, o salário retorna ao orçamento do clube. Se prosseguir com o atleta reposição, o salário do mesmo será incluído, também, no orçamento do clube.
Escrito por Felipe Ferreira às 15h26
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Trocas: Simples- Troca de atletas com mesmo salário Assinar e trocar- Quando o atleta é agente livre restrito e quer trocar de clube ou é agente livre irrestrito, mas quer auxiliar o antigo clube, então é assinado um novo vínculo contratual, nos moldes que o atleta deseja e já pré acordado com o outro clube que, em contrapartida, envia outro(s) atleta(s) para compensar o clube de origem do agente livre. O desenvolvimento e modernização do futebol internacional, principalmente com equilíbrio financeiro, poderá ser a solução para diversos problemas que o esporte e os clubes têm enfrentado, atualmente. É preciso desenvolver novas formas de controlar o orçamento, minimizar as dívidas e equiparar o futebol ao longo do planeta, tanto técnica quanto financeiramente. Felipe Ferreira
Escrito por Felipe Ferreira às 15h25
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Blog Marco Zero- Santos Futebol Clube
Meu nome é Felipe Ferreira, não participo de nenhuma disputa eleitoral, portanto sou independente e o que será escrito a seguir, também será. Em sua história, o Santos Futebol Clube tornou-se extremamente bem sucedido futebolisticamente, com grandes equipes, excelentes jogadores, diversos títulos nacionais e internacionais, porém nos aspectos pertinentes a gestão, administração e empreendedorismo, o clube é um fracasso. Desconsiderando o fato de o clube estar localizado em um país que não apresenta os mesmos recursos de países desenvolvidos e não estar sediado numa capital, o Santos Futebol Clube ao longo dos anos, se posicionou muito abaixo em relação aos clubes que rivalizavam com ele. E isso se deve a total falta de capacidade dos gestores que cuidavam dos interesses do clube. Em seu maior momento, o Santos Futebol Clube teve o grande esquadrão composto por Pelé e Cia. que conquistou diversas taças e torneios, dentre eles, Taça Brasil e Roberto Gomes Pedrosa (Campeonato Brasileiro da época), Campeonatos Paulistas, Libertadores e Mundiais, porém, muitas dessas taças, não representam muito atualmente. Isso se deve a escolha errada de priorizar torneios amistosos ao longo do planeta ao invés de se dedicar aos torneios oficiais, como a Libertadores, por exemplo. Hoje, parece que este time sequer teve sua história, pois a Taça Brasil e o Roberto Gomes Pedrosa, que tantas vezes conquistaram, não são reconhecidos pela CBF, o Mundial não é reconhecido pela FIFA, os campeonatos paulistas são diminuídos pelas conquistas em quantidades superiores dos adversários, a Libertadores que poderia fazer do clube o maior conquistador, foi renegada, privilegiando os torneios amistosos pelo mundo, que não representaram muito mais que armazenagem de flâmulas e troféus, já que sequer deixaram recursos financeiros como legado para o clube. O único real legado que permanece até hoje, é continuar sendo o clube brasileiro e, talvez da América junto com o Boca Juniors, mais reconhecido no mundo e, mesmo assim, este “título” é pessimamente utilizado estrategicamente. Antes que os mais saudosistas e conservadores falem algo, a exposição da marca em países estrangeiros, através de jogos e torneios amistosos é extremamente favorável, porém o que realmente é significante para adquirir mais torcedores, mais exposição de mídia, mais recursos com patrocinadores é conquista de título oficial. Não é admissível saber que tivemos a oportunidade de conquistar por diversas vezes, de maneira ininterrupta, a Taça Libertadores da América e ter atualmente, um número muito inferior em relação a clubes com menos história e capacidade técnica. Sem contar o prejuízo de títulos, há ainda os aspectos financeiros e de patrimônio. Como dito anteriormente, o Santos Futebol Clube nunca pensou estrategicamente, nunca teve visão empreendedora e sempre foi um caos administrativo (Obs.: Essa forma de pensar e agir sem planejamento e estratégia é característico do clube, já que sempre se buscou, de maneira errada, um “salvador”, uma pessoa capaz de resolver os problemas do clube (entenda-se títulos), capaz de investir, prejudicando o clube financeiramente, não se preocupando a médio e longo prazo. Nunca as pessoas que possuem direito ao voto se importaram com a capacidade e sim com o status). Foi assim desde a época dourada em que ganhamos praticamente tudo até quando amarguramos nosso período sem títulos, iniciado em 1984 e só acabado 2002, se desconsiderarmos os títulos da Copa Rio - São Paulo (1997) e CONMEBOL (1998). O clube estava falido e devendo, tinha equipes e jogadores medíocres, o Estádio Urbano Caldeira, o Centro de Treinamento e a Chácara Nicolau Moran estavam precários e muitas vezes o clube não tinha sequer patrocinador. Mas a história do clube foi reerguida novamente com o grande time que nos devolveram alguns poucos títulos, se considerarmos seu enorme potencial e o principal, a primeira chance real que o clube teve de se posicionar entre os grandes clubes da América do Sul e Mundial, por intermédio das vendas dos jogadores. Porém, a histórica falta de capacidade administrativa, gestora e empreendedora do clube, fizeram com que ao invés de títulos, aumento e melhora do patrimônio, desenvolvimento amplo das estratégias de marketing e divulgação da marca S.F.C. e riqueza, o clube retornasse a apresentar grandes dívidas, elenco e jogadores medíocres, perda de patrimônio, enfim, retornasse ao mesmo cenário de seu passado. Podem afirmar que o clube reformulou o estádio, tem um CT de primeiro mundo, a categoria de base tem seu próprio CT e a chácara está terceirizada. Isso pode até ser verdade, em termos, pois nada justifica o Estádio Urbano Caldeira, em pleno ano de 2009, oferecer ao seu público, arquibancada de cimento, lugares denominados VIPS desprotegidos da ação da chuva e apresentando pontos cegos, cadeiras numeradas que não se respeitam suas respectivas numerações, ausência de estacionamento; Centro de Treinamento das categorias de base sem qualquer estrutura, além de perder seus jovens jogadores de maneira gratuita, ou por pouca verba e na maioria dos casos, denegrindo judicialmente a imagem do clube; a marca Santos Futebol Clube é pouco explorada; não há estratégias nas diferentes áreas do clube e a política de contratação do clube não está de acordo com o cenário atual (entenda-se legislação esportiva e mercado de negociação). O blog Marco Zero tem como objetivos propor idéias e agregar sugestões e conceitos com a participação de todos (inclusive situação e oposição) que queiram ver o Santos Futebol Clube extremamente competitivo, profissionalizado em todas as áreas e viável financeiramente, sempre com muito respeito, imparcialidade e independência. Não pretende de forma alguma ser mais um opositor, e sim, mais um instrumento em prol do clube. A justificativa para o blog se chamar Marco Zero é que o Santos Futebol Clube, por nunca ter tido visão estratégica, empreendedora e administrativa, necessita com máxima urgência, reestruturar seu estatuto e profissionalizar todas suas áreas, com a participação de profissionais competentes para impulsionar a marca S.F.C. O conteúdo a seguir, reunirá propostas, seguidas de observações, para diversas áreas relacionadas ao Santos Futebol Clube, estando aberto a qualquer sugestão, opinião e informações embasadas, portanto, seus comentários são fundamentais.
Escrito por marcozerosfc às 00h35
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PROPOSTAS PARA O SANTOS FUTEBOL CLUBE ESTATUTO SOCIAL - Alterar de 3 para 2 anos a permissão para voto. (Obs.: O clube necessita se proteger dos chamados sócios por conveniência, cujo objetivo é se filiarem para influenciarem nas eleições, porém, esse período de 3 anos é abusivo).
- Para se candidatar a presidência do conselho deliberativo, o sócio deverá ter 3 anos de associado e para presidência executiva, 5 anos, ambos sem interrupção e ter no mínimo, 30 anos. (Obs.: Outros aspectos abusivos são os períodos e restrições para se candidatar para a presidência tanto do conselho quanto do executivo).
- Uma alternativa para evitar a possibilidade da candidatura ininterrupta é ampliar para mais um ano o período do mandato, com a possibilidade de uma reeleição (Obs: A princípio esse parágrafo representa a antítese da democracia, sendo muito semelhante ao que ocorre atualmente, porém, primeiramente, o clube deve funcionar como uma empresa, cujo planejamento é a curto, médio e longo prazo. Além disso, o processo eleitoral do clube deverá ser totalmente democrático, havendo menores restições e impossibilidades para os demais concorrentes).
- Alterar a eleição para a última quinzena de setembro ou primeira de outubro, com a posse sendo realizada após o último jogo da equipe no ano, seja ele pelo campeonato brasileiro ou Copa FIFA Mundial. (Obs.: Tem como intuito evitar que as eleições, período de transição entre administração e a própria posse, ocorram no mesmo período de contratações).
- Associados irão eleger o Presidente Executivo e do Conselho, sendo que poderão ser eleitos de maneira distinta, sendo, por exemplo, o Presidente Executivo de uma chapa e o do Conselho de outra (Obs.: Seria uma forma de democratizar ainda mais as eleições).
- Os associados residentes na cidade de Santos que não votarem, deverão justificar a ausência. Na falta dela, sofrerão punições como impossibilidade de integrar alguma chapa concorrente na eleição, perder o direito de voto na eleição seguinte (Obs.: Apesar de não ser obrigatório, é um absurdo a pouca quantidade de pessoas que votam, se comparados aos que possuem esse direito).
- As chapas que pleitearem participar da eleição deverão ser registradas com 6 meses de antecedência e de maneira completa, com todos os membros.
- O preenchimento dos membros do Conselho será proporcional ao resultado da eleição, cabendo ao representante maior das chapas envolvidas, eleger seus representantes e suplentes.
- Caberá ao Presidente do Conselho eleger seu vice, primeiro secretário, segundo secretário e suplente.
- O presidente Executivo elegerá o Vice Presidente Executivo e membros de diretoria, sendo que os membros da diretoria deverão ser preferencialmente, gestores com experiência na área de atuação.
- Todos os membros de diretoria seja ela executiva ou do Conselho Deliberativo, inclusive seus presidentes e vices, receberão salário por seus serviços prestados ao clube. Não existirão mais os cargos de assessores.
- Empréstimos bancários deverão ser justificados e aprovados por maioria absoluta no Conselho Deliberativo, assim como a locação de qualquer área do clube para eventos terceirizados.
- Cabe ao Presidente Executivo apresentar balanço financeiro mensalmente ao Conselho e semestralmente deverá ocorrer uma auditoria independente. Deverá também expor o período de cada contrato dos profissionais do clube, porcentagem do clube sobre cada jogador, inclusive dos atletas amadores, verbas destinadas para cada setor do clube (Obs.: Esse é um dos aspectos mais importantes, requerendo a maior seriedade por quem se responsabilizar a fazê-lo. Devido aos absurdos administrativos que o clube vem sofrendo ao longo de toda sua história, deve-se tentar realizar uma auditoria que analise todos os dados que o clube tenha cadastrado e não somente um período específico. Além disso, os resultados obtidos não devem ser levados a público da maneira como a maioria dos clubes faz. Não pode confundir transparência com justificativa para as dificuldades que a gestão terá devido às administrações passadas. A exposição dos dados, através da mídia, só gera marketing negativo, com patrocinadores oferecendo valores inferiores, jogadores que não irão querer jogar em um clube endividado e o pior, normalmente se faz um enorme jogo de cena, prejudicando a imagem do clube e, no final, quem prejudicou o clube não é responsabilizado. Os culpados têm que serem responsabilizados sim, porém da forma correta).
- Caso o balanço financeiro do clube não seja aprovado pelo Conselho Deliberativo e a auditoria constate irregularidades na gestão, o presidente executivo terá os próximos seis meses de seu mandato para adequar a situação financeira do clube. Se isso não ocorrer, o Conselho Deliberativo deverá marcar uma reunião extraordinária em no máximo 10 dias para votar a destituição do cargo tanto do presidente quanto do vice-presidente executivo, sendo necessário 50% dos votos mais um.
- Caso o presidente e vice-presidente executivo forem destituídos dos cargos, o presidente do Conselho Deliberativo será intitulado presidente executivo até as próximas eleições e o vice-presidente do Conselho Deliberativo será nomeado presidente. Caberá ao novo presidente executivo eleger o vice-presidente executivo, enquanto no Conselho Deliberativo, o primeiro secretário tornar-se-á vice-presidente do Conselho Deliberativo, o segundo secretário será nomeado primeiro e o suplente tornará segundo secretário.
- Se o presidente executivo continuar no cargo, ele só poderá vender jogadores para saldar a dívida do clube com a autorização da maioria do Conselho Deliberativo. Venda de jogadores nos últimos seis meses de contrato, também deverá passar pela análise e autorização do Conselho Deliberativo.
- Se o Conselho Deliberativo votar pela não destituição da presidência executiva e com isso, houver agravamento na situação financeira do clube, sofrerá os mesmos procedimentos judiciais da cúpula executiva.
Escrito por marcozerosfc às 00h34
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Títulos - O Santos Futebol Clube irá lutar perante todas as confederações e federações para que todos os títulos obtidos no passado sejam validados oficialmente, através de estudos realizados por pessoas gabaritadas e independentes ao clube (Obs. Como dito na introdução do blog, a época em que o Santos Futebol Clube disputou e ganhou diversos títulos nacionais e internacionais, apresentando ao planeta o maior time de todos os tempos, parece não ter existido, pelo menos aos olhos da mídia, CBF e FIFA, já que ambas simplesmente ignoram o fato comprovado que o clube conquistou a Taça Brasil e o Roberto Gomes Pedrosa, sendo o maior ganhador de campeonatos brasileiros, além de ter sido duas vezes campeão mundial interclubes. Por isso, o clube deve lutar por esse reconhecimento. Segundo o Sr. Odir Cunha, já há um trabalho para que sejam reconhecidos e oficializados os títulos nacionais conquistados no passado. A mesma pessoa citada é a sugestão para assumir a área pertinente aos aspectos históricos do clube).
Representação do clube nas Federações e Confederações - Serão destinados profissionais remunerados, com conhecimento de legislação esportiva para cuidarem dos interesses do clube (desde a confecção de tabelas, sorteio de grupos e de árbitros, assuntos do TJD e do STJD, aspectos jurídicos de direitos federativos de jogadores, feituras de regulamento de campeonatos, dentre outros) tanto no país (FPF e CBF) como fora do país (CONMEBOL e FIFA) (Obs.: Possivelmente o S.F.C. seja o clube com menor representação e influência nos órgãos que administram o futebol brasileiro, sulamericano e mundial, se prejudicando na feitura de tabelas, escolhas de árbitro, penas esportivas. Quanto às perdas dos direitos federativos dos jogadores pela justiça, houve uma preocupação tamanha em fazê-los assinarem esses compromissos que poderia ter o mesmo cuidado, buscando o embasamento técnico do Sindicato dos Jogadores Profissionais e de algum especialista como a advogada Gislaine Nunes).
Escrito por marcozerosfc às 00h34
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Futebol Amador - O futebol amador possuirá sede própria e separada das demais dependências do clube, onde ficará destinada a parte de hospedagem dos atletas, campos de treinamento para todas as categorias de base, salas de musculação, fisioterapia e fisiologia, entretenimento, departamento médico e de assistência psicológica, refeitório (Obs.: Assim como o elenco profissional, os jovens atletas necessitam de todo aparato, assistência e fiscalização para poder se desenvolver de acordo com as pretensões do clube).
- O clube buscará também convênio com escola particular e de idiomas para os estudos dos atletas (Obs.: Uma pessoa com conhecimento acadêmico possui um perfil diferenciado, pois tem a capacidade de discernimento, sabe suportar pressões, está mais preparado para agir nos momentos decisivos e sobre sua carreira. Está comprovado também que quem sabe se comunicar nos países estrangeiros tem maior facilidade de se adaptar e isso, atualmente, conta muito para os grandes clubes internacionais).
- Reestruturação em todas as categorias de base, desde a seleção dos atletas até a comissão técnica e olheiros. Os atletas que forem selecionados para representar o clube deverão demonstrar progresso (técnico e físico) contínuo, sendo analisados de maneira profissional não só pela comissão técnica, mas também por uma direção técnica gabaritada.
- As categorias de base terão patrocínios diferenciados dos profissionais ou então, caso o patrocinador da equipe principal queira investir também nas categorias de base, deverá pagar um valor determinado além do oferecido pela equipe profissional.
Escolinha Meninos da Vila - Intensificar a diversificação nacional e internacional e a padronização das escolinhas, com orientação sobre os profissionais que estarão ministrando as aulas, materiais esportivos, estrutura física.
- Estreitar a relação Clube-Escolinha, fazendo com que os profissionais envolvidos no projeto façam relatórios sobre os atletas que se destacarem nas unidades participantes.
- Os atletas que se destacarem nas escolinhas estarão ao longo do ano realizando testes nas equipes amadoras.
Seleção de atletas - Não haverá mais peneiras e sim testes mensais. De março a novembro, serão formados 2 times com 11 jogadores, selecionados por posição, que ficarão realizando testes por 15 dias. Os atletas que se destacarem irão ingressar na equipe de sua categoria, onde ficarão os 15 dias seguintes realizando os testes finais. Se forem aprovados, continuarão no clube. O clube irá ceder hospedagem, alimentação e assistência técnica, jurídica e médica.
- Os atletas serão analisados por uma comissão formada por olheiros, treinadores das equipes amadoras, preparadores físicos e médicos.
- Nos meses de dezembro, janeiro e julho não haverá testes, pois o clube promoverá outra atividade envolvendo jovens atletas.
- Em cada Estado brasileiro haverá ao menos um olheiro para captar jovens atletas para o clube.
- Aumentar o campo de observação de jogadores, com olheiros distribuídos em regiões mundiais, observando torneios como, por exemplo, Copa Africana de clubes e nações, Copa Asiática de clubes e nações, torneios da CONCACAF, América do Sul e torneios sulamericanos das categorias menores e Mundial FIFA das categorias menores. Já que os clubes brasileiros não podem competir com o futebol internacional, esse objetivo tem como intuito observar jovens talentos, com gastos reduzidos, em locais que não são centros, porém, há diversos jogadores em potenciais
Acampamento de férias Nos meses de Dezembro, Janeiro e Julho o clube abrirá clínicas de futebol para jovens do Brasil e de outros países. Esse projeto que já ocorre em outros clubes estrangeiros tem como objetivo não só encontrar jovens talentosos que poderão integrar as categorias de base do clube, mas também, renovar a quantidade de torcedores do clube que gerarão receitas futuras, além de promover a interação entre jovens, profissionais do clube, pessoas históricas do clube. - O clube cederá hospedagem, material esportivo, alimentação, assistência profissional, entretenimento.
- Os atletas que participaram das seleções ao longo do ano, também poderão integrar o acampamento de férias do clube.
Escrito por marcozerosfc às 00h33
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Futebol Profissional - Quando se fala em futebol, sempre são mencionados os mesmos nomes para geri-lo (José Carlos Brunoro, Paulo Angione, Marco Aurélio Cunha e mais alguns poucos nomes), mas deve-se citar novos nomes, que demonstram serem conhecedores do assunto futebol, além de serem inteligentes e passarem credibilidade. São os casos de Rodrigo Caetano, Caio Ribeiro e Paulo Jamelli. Um nome que seria indicado para o cargo é Bernardinho, pois possui todos os preceitos para a função. É um vencedor (mesmo que seja em outro esporte), é inteligente, sabe a hora de exigir e de refletir, demonstra total comprometimento, passa credibilidade e tem muita experiência, além de não ser tão inviável, pois seu último ciclo olímpico foi exaustivo e talvez um bom projeto, seguido de uma boa proposta e liberdade para desenvolver seu trabalho poderia convencê-lo a trocar de função).
- Contratação de uma comissão técnica competente e permanente (Obs.: Assim como o trabalho do presidente executivo, o serviço do treinador será menos centralizado, pois somente tomará decisões de ordem técnicas, táticas e auxiliará nas indicações de contratação, não trazendo consigo seu grupo de confiança).
- O técnico poderá indicar jogadores e discutir a política de contratações, porém quem contratará os jogadores será a direção do clube. Será buscado um treinador com perfil vencedor e confiável para que possa desenvolver um trabalho a longo prazo, baseado numa estreita relação, cumprimento de contrato e fidelidade aos projetos do clube.
- De acordo com a Lei Pelé, realizar contratos longos (5 anos) e buscar renovações de contrato no meio e não no final do vínculo do atleta com o clube (Obs.: É impressionante como, absurdamente, o clube perde jogadores (tanto categorias de base quanto profissional) sem deixar recursos para o clube. Muito disso se deve aos contratos de gaveta, contratos com curto período de tempo e atraso nas negociações de renovação de contratos. É verdade que com a Lei Pelé, os clubes foram muitos prejudicados, pois se fazem contratos longos e o jogador não vinga, os clubes perdem a oportunidade de investir em outros atletas. Mas há alguns atletas em que se pode confiar e correr o risco. Outra coisa, com essa legislação, clube que faz contrato de 2 anos ou 3 anos, normalmente, valoriza o atleta e não lucra porque o prazo para ele sofrer assédio e ter a possibilidade de assinar um pré-contrato é muito curto (Se tem contrato de 2 anos, após 1 ano e meio ele já pode assinar pré-contrato com outro clube e se for de 3 anos, após 2 anos e meio). Com um contrato mais longo (5 anos é o ideal), o clube pode projetar sua venda e estruturação de elenco. E como último ponto, não fazer contrato para se encerrar no meio do ano, bem na abertura de transferência européia, pois a chance de perder o atleta é muita alta).
- Empréstimos de jogadores, somente com preço do passe estipulado e acessível para futuro investimento.
- O clube estará atento ao mercado no que se refere ao término do vínculo contratual dos atletas com as agremiações co-irmãs. Isso significa que ao faltar 6 meses para o contrato do atleta encerrar com seu clube, o Santos Futebol Clube fará proposta (Obs.: Apesar de afirmarem que no mercado não existem grandes jogadores, desde 2003 (data após título nacional) diversos jogadores estiveram livres para negociar. Jogadores esses que formariam um boa seleção nacional e que ao longo desses anos poderiam substituir os jogadores que saíram, formando uma boa política de contratações, através de venda dos jogadores do clube e aquisição por passe livre de atletas de outras equipes, enriquecendo os cofres e elenco do Santos Futebol Clube e enfraquecendo os rivais. Nomes como: Michel Alves (Juventude), Galato (Grêmio), Muriel (Grêmio), Víctor (Grêmio- não tenho a informação se foi passe livre, mas não deve ter tido muito custo); Wagner Diniz (Vasco), Jancarlos (São Paulo), Élder Granja (Palmeiras), Mancine (Internzionale), Cicinho (Roma); André Dias (São Paulo- não foi passe livre); Thiago Silva (Fluminense), Fábio Luciano (Flamengo); Júnior César (São Paulo); Josué (Wolfsburg), Mineiro (Chelsea); Cleiton Xavier (Palmeiras), Cícero (Hertha Berlin), Pierre (Palmeiras); Marquinhos (Palmeiras), Dagoberto (São Paulo); Thiago Neves (Hamburgo), Danilo (Kashima); Keirrison (Palmeiras), Nilmar (Internacional), Grafite (Wolfsburg), Leandro Amaral (Fluminense), Washington (São Paulo); Jorge Henrique (Corinthians), Fred (Lyon), Marlos (Coritiba). Será que o mercado é tão pobre assim?).
- O clube preencherá as vagas para atletas estrangeiros com jogadores de excelente nível, com experiência em torneios continentais e internacionais (Obs.: O Santos Futebol Clube disputou várias Libertadores e trouxe poucos jogadores provenientes desta competição. O Boca Juniors utiliza-se desse expediente há muito tempo, trazendo os destaques do torneio, ganhando diversos títulos e lucrando com suas vendas. Claro que os jogadores devem ser de qualidade, mas em um mercado cada vez mais restrito e complicado, concorrer com países de economia inferior ao Brasil pode ser interessante).
- Contratação de General Manager, pessoa que possui grande conhecimento do mercado nacional e internacional, observando os atletas que estarão disponíveis e que possam reforçar ou substituir um atleta do clube (Obs.: General Manager é encontrado nas equipes de esportes americanos em que monta a equipe projetando não somente o curto prazo, mas o médio-longo prazo. Ele fica atento aos jogadores que encerrarão os contratos ou que serão negociados tanto da sua equipe quanto a das demais, se estão disponíveis por suas equipes e se agregarão valor a equipe. Quando fala em manager no futebol brasileiro, lembra-se logo de Sir Alex Ferguson, Arsene Wenger, José Mourinho, Rafa Benítez, técnicos que possuem total comando do departamento de futebol do clube. Procedimento esse que muitos técnicos brasileiros sonham em ter. Porém, esse procedimento europeu foi copiado e adaptado do esporte americano. Nos esportes americanos não existem clubes e sim franquias com seus respectivos donos. A função do manager é fazer o intermédio entre dono e técnico da franquia. Por isso, ele deve entender tanto sobre os assuntos referentes ao seu esporte, pois deve buscar para a franquia o melhor tanto tecnicamente quanto financeiramente. Um profissional que demonstra ter total conhecimento sobre o mercado, os empresários, os clubes e os bastidores do futebol é o comentarista Paulo Vinícius Coelho).
- Como existe nos esportes americanos, haverá no Santos Futebol Clube alguns jogadores chamados atletas-franquia. São atletas com potenciais, carismáticos que sejam o símbolo da torcida e da cidade dentro da equipe (Obs: No futebol moderno, extremamente profissionalizado, as atividades dos atletas que são ídolos do clube devem ser cada vez mais integradas com o próprio clube, torcida e cidade. Está mundialmente comprovado que quando isso ocorre, as receitas do clube aumentam, pois há maior interesse dos fãs em se associarem e apoiarem o clube no estádio, há maior compra de produtos licenciados do clube e do ídolo.
- Quando a equipe perder um atleta franquia, outro atleta com o mesmo perfil, mais novo e mais barato será recolocado na equipe (O projeto Santos S/A, de Marcos Paulo Costa, propõe algo similar ao que está sendo sugerido por esse blog).
- Para a equipe profissional, o clube colocará a disposição do técnico pelo menos 2 jogadores para cada posição com possibilidade de integrar o time titular. Isso significa que a diretoria buscará proporcionar ao técnico 2 goleiros, 2 laterais direito, 2 laterais esquerdo, 4 zagueiros, 4 volantes, 4 meias e 4 atacantes. Além disso, estarão integrados a equipe profissional, jogadores das equipes de base (2 goleiros, 1 lateral direito, 1 esquerdo, 2 zagueiros, 2 volantes, 2 meias, 2 atacantes) (Obs.: É obrigação de um clube de ponta ter em seu elenco jogadores capacitados e que possam desempenhar suas atividades em alto nível, mantendo o clube posicionado na elite. Com a reestruturação que será feita nas categorias de base, cobrando o desenvolvimento contínuo dos atletas, será obrigatório o ingresso de jovens jogadores na categoria profissional).
- Todos os atletas do clube deverão se apresentar aos eventos (programas esportivos, eventos sociais) vestidos com a marca Santos Futebol Clube. E todos os atletas, inclusive das categorias de base que tiverem contrato de imagem com o clube, deverão ceder sua imagem de acordo com as necessidades do clube, inclusive, os atletas que participarem de contratos comerciais com outras marcas (uniformes e chuteiras, comerciais, roupas) que não sejam associadas ao clube, deverão dar um percentual de acordo com o contrato realizado entre as partes (Obs: Nos países estrangeiros, principalmente americanos, os atletas utilizam suas imagens em negócios particulares, sempre associadas às marcas de suas equipes. Como dito anteriormente, nos EUA não há clubes e sim franquias, com donos, cujas fontes de renda são as imagens dos atletas e da franquia, exploração de suas arenas, vendas de ingressos, cotas televisivas e canais próprios, não havendo participação de sócios contribuintes. É comum nos intervalos das partidas, os jogadores aparecerem em comerciais de produtos associados ou não ao esporte com o uniforme da franquia. Além disso, a franquia utiliza seus atletas para realizarem trabalhos sociais).
Escrito por marcozerosfc às 00h32
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Marketing Projeto Clube-Pelé-Cidade · Em qualquer lugar do planeta que se fale sobre a cidade de Santos, duas lembranças, além da Bolsa do Café e do Porto vem na mente das pessoas, Santos Futebol Clube e Pelé. Essas marcas não poderiam ser separadas e esse projeto visa agrupá-las novamente. Como? · O Santos Futebol Clube irá propor a cidade de Santos uma parceria de patrocínio do clube. O clube levaria a cidade para onde for jogar e a cidade faria o mesmo papel, sendo assim Santos, clube e cidade, seriam um só. Antes de qualquer evento do clube, seja ele dentro ou fora do país, seria passado um vídeo da cidade com pontos turísticos, históricos e, claro, o Santos F.C. Além disso, o emblema da cidade seria estampado no uniforme do clube. · A figura do Pelé não pode ser passada sem que o clube faça as devidas homenagens. O projeto propõe colocá-lo como presidente de honra e Embaixador do clube, assim como Di Stefano é do Real Madrid e fazer com que ele se torne garoto propagando tanto do clube quanto da cidade, tudo de maneira profissional com o Pelé recebendo por sua participação. Além disso, o museu Pelé ou parte de seu acervo seria repassado para as dependências do clube, também sendo realizado de maneira profissional. · A cidade ficaria encarregada de, através de seus contatos nacionais e internacionais, conseguir patrocinadores ou apoio de algumas empresas para realizar alguns projetos do clube. Além disso, a cidade forneceria alguns lugares e suporte para a construção do Centro de Treinamento da Categoria de Base, Estádio – Arena Multi-uso, dentre outros auxílios. Essa relação clube-cidade pode ser muito bem exemplificada entre a cidade e o clube Madrid (Real). · Obs.: É óbvia a importância do Santos Futebol Clube para a cidade, portanto já passou da hora do clube começar a exercer sua influência nos assuntos esportivos da cidade. As loucuras que a cidade de Madrid faz para auxiliar os absurdos administrativos que o Real Madrid pratica ou o apoio que as prefeituras de São Caetano e Presidente Prudente dão aos seus clubes, são exemplos de relação estreita entre prefeitura e clube. Não se pede, até mesmo porque seria totalmente errado, utilizar dinheiro público em algo privado, mas que o apoio da cidade em alguns aspectos poderia ser muito melhor, poderia. Patrocínios Material Esportivo - Negociar com alguma marca esportiva internacional (Nike ou Adiddas), de preferência patrocinadora de grandes clubes internacionais para que o uniforme do clube seja distribuído em todo o mundo. Funcionaria da seguinte forma: A camisa do Santos Futebol Clube seria encontrada em todos os sites dos clubes internacionais que fossem patrocinados pela mesma fornecedora de material esportivo. Além disso, as lojas da empresa de material esportivo também deverão colocar a disposição dos clientes o uniforme do clube.
- Caso seja firmado o acordo de estreitamento da relação entre clube e Pelé, será proposto que toda camisa do clube vendida no exterior seja a de número 10, com o nome e assinatura do Pelé. Com isso, Pelé ganharia comissão pela exposição de sua marca. Com essa medida, poderia ser criado um grande evento promocional mundial com um acerto com a até então desconhecida marca de material esportivo Nomis que acabou de acertar um acordo para a exposição da marca Pelé e planeja ampliar seus negócios, com grandes investimentos.
Patrocinador do Uniforme · Caberá a diretoria de Marketing captar empresas para patrocinar o uniforme do clube. Isso significa que não será repassada a uma empresa terceira essa responsabilidade, fazendo com que o clube não tenha que pagar comissões sobre o acordo feito entre as partes. · O clube buscará empresas internacionais (Toyota, por exemplo), com entrada na maioria dos países estrangeiros e que possam viabilizar outros projetos do clube (Obs: O departamento de marketing tem que agir de forma mais agressiva, buscando e expondo os projetos do clube para os parceiros). Patrocinadores do clube - Os clubes europeus possuem diversos patrocinadores, além dos registrados no uniforme, denominados de patrocinador suporte. São patrocínios menores, mas que auxilia de alguma forma com o clube. O Santos terá também apoio de patrocinadores menores, além das marcas no uniforme.
Santos Futebol Clube sem patrocinador de camisa - Nos tempos atuais pode até parecer ir contra as tendências mundiais, porém, com um plano audacioso de super crescimento do quadro associativo e sócio-torcedor, valorização da marca S.F.C. nacionalmente e internacionalmente, otimização do estádio e aumento dos patrocinadores suporte, o clube poderá, de acordo com estudos do planejamento anual, exibir o seu uniforme sem patrocínio, sendo esta, mais uma ferramenta do marketing do clube. Qual torcedor não gostaria de ter o uniforme do seu clube sem patrocínio?
- Mas isso deve se feito com critérios e embasados em índices para que não haja prejuízo para o clube (Obs.: Esse procedimento deve ser muito criterioso, pois até o Athletic Bilbao, clube que possui diversas restrições, aderiu ao patrocinador em sua camisa, após mais de 100 anos, pois na atual conjuntura ele não suportaria a concorrência).
Escrito por marcozerosfc às 00h31
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Projeto Santos é do Mundo (Há um projeto anterior a este, escrito por Marcos Paulo Costa, chamado Santos/S.A. que sugere algo muito semelhante ao que será escrito a seguir). · Esse projeto visa difundir a marca Santos Futebol Clube nos principais mercados internacionais. Isso implica em registrar a marca Santos Futebol Clube nos campeonatos MLS (Major League Soccer, dos EUA), assim como o Chivas e o Barcelona estão fazendo, na Premiere League (Inglaterra) e na J-League (Japão). · A justificativa é que são três dos campeonatos mais ricos do mundo. Estão localizados em países super desenvolvidos com economias fortes, além de terem torcidas (Inglaterra e Japão de uma maneira mais forte) apaixonadas, com grande poder aquisitivo e de compra de produtos do clube. · Como funcionaria: O clube ficaria com 51% ou 50 % das ações das equipes e o restante da porcentagem seria dos parceiros, se possível, os mesmos que patrocinarão o Clube (Toyota, por exemplo, pois é uma grande empresa japonesa, com estrutura mundial, que necessita dos mercados da Europa, EUA e Brasil). A relação clube-cidade-investidor irá funcionar com o Santos F.C. emprestando sua marca e assessorando com pessoas para comissão técnica e seleção de atletas, enquanto a cidade que sediará o clube no exterior deverá oferecer a infra-estrutura necessária (centro de treinamento e estádio de futebol) para o desenvolvimento do clube e os investidores arcariam com as despesas do clube e contratações de jogadores. · A equipe do Santos na MLS exploraria a memória ainda recente do time NY Cosmos, portanto o nome do time seria Santos/Cosmos. Para explorar ainda mais o marketing dessa equipe, buscará colocar como presidentes de honra do clube Pelé e Beckenbauer e como técnico da equipe Carlos Alberto Torres, sendo que todos eles estariam no cargo de maneira remunerada. Além disso, haveria uma mudança no uniforme da equipe. O uniforme número 1 seria o branco do S.F.C. e o número 2 seria um modelo semelhante ao utilizado pelo NY Cosmos. Com certeza com essas pessoas envolvidas, muitas cidades se disponibilizarão para sediar essa franquia e isso também facilitaria contratos publicitários e aquisição de jogadores de bom nível. · A equipe japonesa do S.F.C. buscaria, primeiramente, uma cidade-sede e então haveria a mescla entre jogadores brasileiros e japoneses, sendo selecionados pela comissão técnica envolvida no projeto. Visa também utilizar os jogadores que atuaram pelo clube como uma forma de marketing e de respeito à cultura japonesa, portanto Kazu seria convidado a fazer parte da diretoria executiva, além de Sugawara e Maezono participarem do projeto. · O projeto de franquia para a Liga Inglesa é mais complexo, pois a abertura para profissionais sem passaporte europeu é estreita e o clube iniciará as disputas para ingressar na Premiere League a partir das divisões regionais, portanto o investimento deve ser muito bem planejado. Para a questão de profissionais que possam atuar para o clube, seria requerido às equipes com mesmo fornecedor de material esportivo um auxílio com atletas que não serão utilizados devido à falta de experiência ou por opção do treinador, além disso, serão feitas seleções para captar jovens atletas que serão patrimônios do clube. Quanto à cidade escolhida, há necessidade de ser um grande centro, onde haja possibilidade de ter torcedores em potencial e sem ter grandes clubes europeus, portanto cidades como Manchester, Liverpool e Londres, a princípio não estariam nos planos, porém a cidade de Cardiff no País de Gales que já possui até mesmo estádio moderno construído seria uma opção e um exemplo do que seria ideal para o projeto. · Para que todos os projetos funcionem de maneira profissional, gerando resultados e receitas ao clube, também serão contratados diretores que prestarão assessoria e farão o elo entre o clube e as franquias. Para cada franquia será destinado um número certo de profissionais que deverão saber se comunicarem em diversos idiomas e que farão relatórios diários sobre tudo que está passando pelas equipes franqueadas. Observações: · Vários pontos favoráveis a implantação desse projeto devem ser considerados: Se funcionar da maneira planejada, o Santos Futebol Clube será a marca mais conhecida, popular, divulgada e conseqüentemente poderosa do planeta, pois haverão torcedores do clube em todos os continentes que comprarão produtos licenciados, além das campanhas de marketing e das transmissões dos jogos para todo o planeta; Os recursos provenientes de todas as franquias, inclusive do clube transformarão o Santos Futebol Clube em um dos clubes mais ricos do planeta, pois as franquias estarão em países ricos, com poder aquisitivo alto em que os direitos de transmissão de jogos, premiações, valor do ingresso e dos direitos federativos dos jogadores se encontram numa realidade muito diferente da encontrada atualmente tanto no clube quanto no Brasil. · Esse empreendimento fará com que os jovens com talentos e os jogadores de qualidade queiram atuar pelo clube, pois o Santos Futebol Clube terá abertura para negociações com o mercado internacional. Inclusive a ação dos empresários terá menor incidência no clube, pois ao invés de quererem tirar o atleta rapidamente do clube, vão esperar a melhor situação para conseguir um negócio melhor. · O próprio Santos Futebol Clube poderá selecionar atletas com perfis que se enquadram tanto para o futebol caseiro tanto para o futebol internacional, inclusive, já desde as categorias de base pode-se buscar atletas com maior facilidade para conseguir passaporte comunitário. Além disso, o clube poderá negociar atletas com diferentes qualidades (o excelente vai para o mercado europeu, o médio e o não tão bom irá para o mercado americano e japonês) e através disso, o clube poderá também encontrar maneiras de negociar atletas com valor maior do que a conseguida atualmente (O clube manda o atleta, por exemplo, para a franquia da Inglaterra e depois revende para um clube europeu por um preço maior). · A matriz, no caso, o clube Santos Futebol Clube, residido na cidade de Santos não terá participação em porcentagem dos parceiros, continuando tendo autonomia nas suas decisões. · Toda negociação da matriz S.F.C., o clube ficará com 100 % dos valores, enquanto das franquias, todo o valor obtido com marketing, vendas de jogadores, premiações, direitos de transmissões de cada franquia, será dividido de acordo com o percentual dos parceiros envolvidos e claro, o clube. · Para gerir essas franquias, sugerem-se os nomes de Carlos Alberto Parreira, profissional renomado, culto, conceituado e com credibilidade em todo o mundo; Caio Ribeiro, profissional novo, inteligente, envolvido no assunto futebol e que possui boa abertura no exterior; Paulo Jamelli que assim como Caio, é novo, inteligente, atua nessa área e já atuou no futebol japonês. Marca Santos Futebol Clube - O Santos Futebol Clube é um dos poucos clubes reconhecidos internacionalmente. Podem-se ver diversos turistas e personalidades internacionais utilizando uniforme do clube, portanto há necessidade de aumentar a venda de produtos tanto para torcedores nacionais quanto internacionais.
- Esse projeto visa colocar uma loja oficial do clube em cada Aeroporto Internacional e em cada Terminal de Passageiros marítimo do Brasil. Com isso, todas as pessoas das cidades, sejam elas turistas ou não, poderão comprar produtos licenciados do clube, além disso, poderiam ser feitas inscrições para testes no clube e para o acampamento de férias, compras de pacotes turísticos para a cidade de Santos e Região (funcionando em parceria com a cidade de Santos e com alguma empresa de venda de pacotes turísticos, inclusive transporte rodoviário e de aéreo), registro de sócios do clube, até mesmo votar nas eleições.
- O acordo entre a empresa de venda de pacotes turísticos e de transporte rodoviário e aéreo funcionaria da seguinte forma: Essas empresas trabalhariam nas lojas do clube de maneira exclusiva, fazendo pacotes não somente para as cidades da Baixada Santista, mas para todo o Brasil e o clube teria vantagens em conseguir hospedagens em hotéis, transporte aéreo fretado, translado entre as cidades e entre hotéis e estádios.
- Aumentar a quantidade de produtos licenciados do clube e fiscalizar mais de perto os produtos pirateados com a destinação de uma comissão que somente fiscalizará irregularidades no que tange a venda de produtos (Obs.: Não pode permitir que em frente e ao redor do estádio, onde está localizada a loja oficial do clube, venda produtos pirateados).
Escrito por marcozerosfc às 00h31
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